segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cotidiano: assim na tela como no seu


 BBB e suas implicações.

Depois que virou charme falar mal da programação televisiva, cada vez mais visiva, também se encheu de pruridos para questionar os questionamentos. Sob o pretexto da heresia, ou sob sua tutela, as coisas se repetem cristalizando a moldura dos novos tempos com temas distintos, mas com conceitos pra lá de velhos.
O que incomoda tanto no mais famoso “show real” da nossa Terra Papagallis? Não é muito difícil imaginar, pois os diálogos rasos, conflitos mesquinhos - aliados a mediocridade intelectual ornados por músculos e nádegas – refletem a realidade vivida nas universidades, nos corpinhos dicente e docente, no seio das famílias e suas competições, nas rodas de chimarrão etc... Na política isso é ainda mais parecido. Tramas, movimentos para derrubar ou enviar aos paredões espalhados mundo afora são coisas corriqueiras. Agora, se há esse orgulho do ‘bom gosto’, esse brado retumbante em nome da boa cultura e do pensamento elevado, porque os índices aumentam ainda mais? Quanto mais se fala, mais se vê. Bom, agora muitos irão bradar. “Eu nunca, Eu isso, Eu aquilo”. Mas, cá entre nós, você não se enxerga, de vez em quando, vivendo esses conflitos medíocres? Não? Então você é realmente especial, tão especial que não é desse mundo. Passemos pra outra pauta, essa deu.

2 comentários:

  1. Bah Jari!! No cotidiano faltam os corpinhos sarados. kkkkk E fazer parte das intrigas ou ter que fugir delas é mais complicado. Bom texto amigo. Uma comparação com as nossas frustações com as pessoas e situações. Mas insisto em dizer: no fundo todo mundo é legal, bem no fuuuundo!! Um abraço!

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    1. Corpinhos sarados? Xiiii, tem às pencas, aliás bem legalzinhos rsrsrs Há braços!

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Tem o que dizer, diga lá. Não tem? Então é melhor não dizer. Gracias!